domingo, março 03, 2013

SIDARTA GAUTAMA O BUDA NA BIBLIOTECA AC-I

quinta-feira, 28 de Julho de 2005
 

SIDARTA GAUTAMA O BUDA

Agradeço ao Canal História, dia 27 de Julho de 2005, o reencontro com a figura de Sidarta Gautama, o Buda.
A minha viagem a Nyima Zong, em 1977, marca o meu primeiro encontro com o budismo Nyingma, a que não tenho dedicado o tempo e a atenção devidos.
O que escrevi sobre o Lama Kunzang Dorje veio publicado no jornal «A Capital» e num caderno destacável n’«O Século Ilustrado», que recordo.
Hora e meia no Canal História é muito importante: tive ocasião de relembrar algumas palavras-chave do percurso de buda e meu (desculpem-me a impertinência mas estou por ele autorizado a escrever: « cada um de nós pode tornar-se buda, todos podemos encontrar a iluminação. Quando se sabe isto, deixamos de ter medo») :
A via do meio termo
Ananda – discípulo mais próximo
Atingir a iluminação
Benares
Bodgaia
Buda = O iluminado
Escrituras budistas
Gaia
Impermanência
Lei de causa e efeito = karma
Parque das gazelas
Sangha = Comunidade monástica budista
Sermão de Sarnah
Vacuidade

Hoje, queria só assinalar um nome na minha galeria de grandes nomes e lembrar:

a)O que escrevi à volta do budismo pode ser lido nos meus arquivos
de manuscritos, dactil manuscritos e print de words.

b)E no meu site «O gato das Letras»

Na «Biblioteca do Gato» guardo, apesar de tudo, 9 títulos dos muitos que já tive sobre buda e o budismo:
1. Sogyal Rinpoche – O Livro Tibetano da Vida e da Morte – Ed. Prefácio, Lisboa, 2001
2. Alexandra David Neel – Inmortalidad y Reencarnacion – Ed. Dedalo, Buenos Aires, s/data
3. Chris Pauling – O Pensamento Budista – Ed. Presença, Lisboa, 1999





4. Thich Nhat Hanh – Buda Vivo – Cristo Vivo – Ed. Círculo de Leitores, Lisboa, 1999






5. Dalai Lama e outros – Espírito e Ciência – Ed. Relógio d’Água, Lisboa, 1999
6. Marcus Borg – Jesus e Buda – Ed. Piaget, Lisboa, 1998






7. Jean Claude Carrière – A Força do Budismo – Ed. Difusão Cultural, Lisboa, 1995
8. Gilles Van Grasdorf – Penchen Lama – Ed. Asa , Porto, 2001
9. M.Y. Evans-Wentz – O Livro Tibetano dos Mortos – Ed. Pensamento, São Paulo, 1985




http://road-book.blogspot.pt/2006/07/adarsha-1996.html

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sexta-feira, março 01, 2013

MICHIO KUSHI NA BIBLIOTECA AC













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MICHIO KUSHI:COMPANHEIRO INSEPARÁVEL

quinta-feira, 4 de Agosto de 2005

 MICHIO KUSHI:  
COMPANHEIRO INSEPARÁVEL

Michio Kushi: outro companheiro inseparável dos meus dias e das minhas leituras.
Assisti, em Lisboa, a todos os seus seminários, li, reli e tresli todos os seus livros traduzidos em português (são muitos, felizmente!) e até em inglês, de fio a pavio, essa obra-prima de Ecologia Humana que se chama «Aids, Macrobiotics & Natural Immunity»: pelo prefácio (dois terços do livro) de Martha C. Cottrell tanto como do próprio texto do Michio.
No meu site «Gato das Letras» transcrevo o possível de inéditos e publicados por mim sobre Michio.
O encontro com o seu livro sobre alquimia foi outro deslumbramento, pouco partilhado pelos gurus do meio macrobiótico. No meu site registei os títulos que guardo sobre Michio, Oshawa e dialéctica Yin-Yang.
Escusado dizer que com o meu código [-yy ] = yin-yang, existem duas centenas e meia de textos word, prova da perseguição cerrada que fiz, ao longo dos anos, ao Michio, a Oshawa e ao Yin-Yang em geral, a única bússola que não se partiu ao longo dos meus longos e persistentes nigredos, em que o de 2004 se destaca pelo episódio inédito de três ou quatro hospitalizações...
Ao escrutinador do meu espólio deixo a indicação da pasta dedicada a Michio Kushi: preta vulgaris, nº 45 (bola azul), com o célebre caderno «Transmutações Atómicas», editado pelo Instituto Kushi de Francisco Varatojo. Para quem tenho aliás e também uma imensa dívida de gratidão, especialmente se falarmos dos meus nigredos...
 

Escrito por gatodasletras el 04/08/2005 13:13 |

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segunda-feira, fevereiro 25, 2013

T. CLIFFORD: A ARTE DE CURAR NO BUDISMO TIBETANO


1-3 < 90-10-21-ls> leituras selectas - sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2003 - 


« A CURA DO DIAMANTE»(*)


(*) «A Arte de Curar no Budismo Tibetano - A Cura do Diamante» , Drª Terry Clifford, Editora Pensamento, São Paulo
21-10-1990
Se é verdade que o maior progresso da psicofarmacologia moderna, o primeiro grande tranquilizante, veio da pesquisa experimental, em laboratórios do Ocidente, sobre a «Rawolfia Serpentina», planta usada há séculos na Índia no tratamento da loucura, este indício pode sugerir o tipo de relações actualmente existente entre a medicina alopática moderna e os sistemas ou artes de curar mais antigos, como o chinês (acupunctura), o hindu (ayurveda), o helénico (hipocrático), para citar apenas as três grandes correntes de fundo que confluem na medicina sagrada tibetana.
A pesquisa operada sobre estes sistemas por parte dos laboratórios ocidentais, deve continuar activa e livros como o de Terry Clifford, « A Cura do Diamante»(*), são um manancial precioso para esses  laboratórios, embora cultural e editorialmente (ou por isso mesmo) convenha que livros como este passem despercebidos.
Aliás, não sei se ingenuamente, a autora convida os industriais do Ocidente ao estudo aturado dos tantras médicos, para o que têm apenas que aprender a língua tibetana: « Os tibetanos - escreve ela - desenvolveram vasto campo de psicofarmacologia e têm um número enorme de medicamentos psiquiátricos, nenhum dos quais já foi identificado ou experimentado cientificamente no Ocidente.» Ora aí é que a Drª Terry naturalmente se engana:  A secreta e laboriosa pesquisa a que os laboratórios ocidentais se dedicam de toda a ciência e arte milenária de curar, é aspecto de que a autora - não sei se ingenuamente - só levanta uma pontinha do véu, como se percebe pela transcrição antecedente. Não são os aspectos parcelares, acidentais e tecnológicos ( o chamado receituário) destas artes o que a ciência ocidental rejeita mas sim a essência da arte, o espírito que a inspira, aquilo que não pode copiar nem estropiar à vontade. Aquilo que não percebe.




  • Os aproveitadores
Subdividindo - «para finalidade de estudo» diz a autora - a medicina tibetana em «dármica ou religiosa, tântrica ou ióguica e somática ou comum», a Drª Terry não deixa de asinalar, porém, o artifício dessa divisão, já que «as três categorias se integram na prática real.» De facto e por mais que se subdivida, por razões metodológicas, a arte de curar tibetana permanece indivisível, íntegra, holística, conforme vem mostrar a Lisboa, em visita de surpresa, o médico-chefe da equipa do Dalai Lama, Dr. Tendzin Chodrak, ontem chegado ao aeroporto da Portela. E permanece íntegra, una, por uma razão física muito simples: a filosofia que a ilumina e de onde parte, começa por não separar nada, considerando, num apriori óbvio, que tudo é energia, para lá das dicotomias ocidentais entre espírito e matéria. As dicotomias da filosofia ocidental nunca existiram nos sistemas iniciáticos como o da medicina tibetana. Por isso não há necessidade de reunificar o que nunca foi desunificado.E por isso os maiores êxitos terapêuticos dos médicos tibetanos ocorrem no domínio chamado «psiquiátrico».
Esta concepção unitária do universo e da vida é que é o mais difícil ou mesmo impossível de compreender pelos analistas do Ocidente, de formação incuravelmente dualista. Doença esta que nenhuma arte de curar - tibetana, chinesa, hindu ou helénica - conseguirá curar.
  • Chineses sabem chacinar
Quando os chineses ocuparam  o Tibete, em 1959, cem mil tibetanos que conseguiram escapar a foram para o exílio, figurando entre eles grandes lamas mas poucos médicos. Apesar de poucos, eles fizeram a diáspora e o mundo foi tendo conhecimento de que a ciência não chega aos calcanhares da sabedoria. Em matéria de corpo humano, então, não chega sequer ao tornozelo. «Havia afinal mais mundos» como diz o poeta. Que estão agora aí nas nossa mãos.
  • Curar é libertar(descolonizar)
A maior acusação que se pode fazer às medicinas iniciáticas como a tibetana é que elas remetem para o doente a principal responsabilidade de cura, isentando de culpas o clínico, que se limita ao papel de professor de saúde. Quem quiser que aprenda a lição.
Como diz a drª Terry Clifford, neste estudo que foi sua tese de doutoramento em Psicologia e Religião, «a prática da medicina do Dharma de Buda depende dos nossos próprios esforços do reconhecimento da impermanência, do controle da mente e da diminuição do anseio». Sabendo que responsabilidade é sinónimo de liberdade, esta responsabilização do próprio paciente significa a sua libertação, o que é exactamente o contrário do que faz a medicina colonial em vigor, que põe em total toxicodependência do sistema o doente imprecavido. Deve-se a este facto, unicamente a este facto - liberdade é responsabilidade - o grande êxito da medicina moderna ocidental e o olho oblíquo que ela deita às medicinas eternas. Trocando por miúdos, quer dizer portanto que na «alienação» moderna (tal como o sentido psiquiátrico da palavra «alienado» ainda prova...) reside a raiz da questão terapêutica, que aplicada ao colectivo se chama política. Na qual questão, « libertar» ou «descolonizar» ainda não deixou de ser a palavra de ordem.
  • A reserva etnológica
A provar a sua perenidade, a medicina tibetana resiste inclusive às incursões «etnológicas» da Drª Terry Clifford que, colocada na perspectiva da sua especialidade universitária - «etnopsiquiatria - , deforma com essa postura a actuante actualidade deste sistema terapêutico. Segundo a autora, «o vasto campo da literatura médica tradicional, sua enorme farmacopeia, seus métodos de diagnóstico e tratamento, seus princípios éticos e seu suporte filosófico e psicológico» contribuem para «a história da medicina, da antropologia médica e da etnopsiquiatria».  De facto, é a actualidade prática e actuante das tecnologias holísticas de vida e de saúde que interessa acima de tudo sublinhar. Face à impraticabilidade crescente das tecnologias alienantes e desapropriadas da alopatia moderna, o que está em causa no renascimento de sistemas como o taoísmo, a acupunctura, o ayurveda, a fitoterapia tibetana - tudo aquilo a que a própria OMS apela e com urgência na campanha de saúde para todos no ano 2000 - é a sua profunda adequação ao ser humano, a sua indesmentível eficácia e a sua plena funcionalidade, já, no mundo actual. Não são peças de museu etnológico, como boa gente desejaria, mas técnicas (algumas de rigor geométrico) que estão para as curvas e para as curvas difíceis.
Se nos é lícito lembrá-lo, o adjectivo «holístico» colocado junto destas técnicas tradicionais, vem da Idade Média europeia e da tradição astrológica mais genuína. Quando se constata que o que está em baixo é igual ao que está em cima, quando se retoma a unidade homem/natureza, micro/macrocosmo, a concepção holística do homem e portanto da medicina, renasce. Com a ajuda da grande medicina tibetana que está aí à porta, vai crescer robusta, saudável e sem complexos.
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(*) «A Arte de Curar no Budismo Tibetano - A Cura do Diamante» , Drª Terry Clifford, Editora Pensamento, São Paulo♥♥♥

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YVES REQUENA NA BIBLIOTECA AC


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sábado, fevereiro 23, 2013

DALAI LAMA: A ALMA DO TIBETE

domingo, 14 de Agosto de 2005

A ALMA DO TIBETE
«Choro sempre que posso.»
Richard Gere

Agradeço ao Canal História (Biography Channel) mais um reencontro feliz com o meu sublime companheiro de jornada, o 14º Dalai Lama.
Vi três vezes o documentário da CBS News, produzido por Patti Hassler e lamento não o ter em vídeo para o reler (rever) de vez em quando.
Se de videoteca do gato falamos, tenho de contar com os dois filmes de Hollywood citados no documentário «A Alma do Tibete» e que são:
«Kundun», de Martin Scorcese
«Sete Anos no Tibete», com o actor Brad Pitt e de que não me lembro aqui o realizador.
Outras pistas de viagem confirmadas na belíssima biografia da CBS: Richard Gere, o actor que é amigo pessoal do Dalai Lama;
Gandhi, uma das figuras adoradas pelo Dalai Lama;
Indira Gandhi e Pandit Nehru que, apesar de tudo, o acolheram na Índia e aos 100 mil refugiados.
***
Pela síntese que consegue e a grafia correcta de algumas palavras em tibetano (?), o texto da jornalista Sónia Correia dos Santos, no «Diário de Notícias» de 12 de Agosto de 2005, merece todo o destaque.
Até porque foi por ele que eu soube do documentário no Biography Chanel. Agradeço à Sónia e dedico-lhe esta página do meu blog.

««Dalai Lama Tenzin Gyatso nasceu em 1935, oriundo de uma família de camponeses, numa pequena aldeia situada no Nordeste tibetano.
Com apenas dois anos foi reconhecido como a reencarnação do seu predecessor. Os dalai-lamas são manifestações vivas do Buda da Compaixão, que tomou a decisão de renascer para servir, uma vez mais, a humanidade.
Dalai significa Oceano em mongol e Lama é Tibetano para alta reencarnação, e várias vezes referido por "Oceano de Sabedoria", um título dado pelo regime mongol à Altan Khan (o terceiro Dalai-Lama) e agora aplicado a cada encarnação.
Os dalai-lamas são mostrados como sendo a manifestação de Avalokiteshvara, o Bodhisattva da Compaixão, cujo o nome é Chenre-zig em tibetano. Bodhisattvas são seres de uma sabedoria elevada que se propuseram atingir o nirvana e escolheram renascer para servir a humanidade.
Apesar destas referências pelo mundo todo, os tibetanos, geralmente referem-se a Sua Santidade como Yeshe Norbu, a Jóia, ou Kun-dun, a Presença.
A cerimónia de reconhecimento do XIV Dalai-Lama teve lugar a 22 de Fevereiro de 1940 em Lassa, a capital do Tibete. Dez anos depois, quando a China invadiu o território tibetano, com apenas 16 anos e mais nove de estudos religiosos por completar, Sua Santidade teve que assumir o poder político total.
Em Março de 1959, durante o Levantamento Nacional do Povo Tibetano contra a ocupação militar chinesa, partiu para o exílio.
Desde então, tem vivido nos Himalaias, em Dharamsala, na Índia, sede oficial do Governo tibetano no exílio, uma democracia constitucional instituída em 1963.
Na última década, o Dalai-Lama tentou estabelecer o diálogo com os chineses. Propôs o Plano de
Paz em Cinco Pontos em 1987/88, que poderia ter estabilizado toda a região asiática, e foi louvado por estadistas e especialistas em legislação no mundo inteiro.
O 14.° Dalai-Lama, ao contrário dos seus antecessores, que nunca viajaram no Ocidente, continua as suas viagens à volta do mundo, apelando à bondade, à compaixão, ao respeito para com o meio ambiente e sobretudo à paz no mundo.
Para além de uma extensa bibliografia, o líder espiritual já recebeu vários prémios honorários nos diversos países em que discursou, sendo o mais importante de todos o Prémio Nobel da Paz, recebido em 1989, graças ao reconhecimento da Academia Norueguesa relativamente às tentativas e esforços do Dalai-Lama em benefício da paz mundial.
Tenzin Gyatso continua a exercer a sua função de líder espiritual do budismo tibetano, que nos últimos anos encontrou famosos seguidores, como Richard Gere.»»

Além das palavras-chave registadas no texto de Sónia Correia dos Santos, registo algumas outras:
100 mil refugiados
doutoramento da divindade
criação de uma nação (governo) no exílio
Pandit Nehru não compromete a Índia a apoiar abertamente o Tibete contra a China
Guerra sino-indiana
Religião é um veneno (mao-tse-tung)
Resistência activa não-violenta
Um homem só contra o Golias da China
Massacre da Praça de Tianamen
Escrituras tibetanas

Os livros relacionados que conservo na biblioteca do gato já se encontram registados em outra notícia deste blog intitulada «buda».
Também referi o Dalai Lama no meu site «gatodasletras».

 *

1-2 90-09-06-ls> leituras do afonso - quinta-feira, 10 de Abril de 2003- novo word - dalailam  > - notas de leitura

MILHÕES DE AMIGOS (*)


[(*) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no jornal «A Capital», «Leituras de Verão», 6-9-1990]

24/8/1990 - Depois que lhe foi atribuído, o ano passado, o Prémio Nobel da Paz, o 14º Dalai Lama, chefe político e religioso do Tibete (país ocupado, há quatro décadas, pela República Popular da China), tornou-se uma figura popular, vedeta dos «media» e um escritor conhecido.
Ainda que não estivesse inédito em livro, pois circulavam várias obras suas, em diversas línguas ocidentais, sobre doutrina e prática budista, só depois do Prémio Nobel essas obras passaram a ocupar lugar de relevo nos editores e escaparates de todo o Mundo.
Entre as editoras mais atentas aos «novos ventos da História», a Pensamento de São Paulo (Brasil) tem marcado pontos. Nada lhe escapa de importante e de essencial. Longe vai o tempo em que se considerava medíocre a edição brasileira. Hoje, em matéria de vanguarda, bate aos pontos as melhores editoras de Lisboa e Porto.
É assim que acaba de surgir, quase na mesma hora em que saiu em Nova Iorque a edição norte-americana, « Bondade, Amor e Compaixão»(*), discursos do Dalai Lama nos E.U.A., compilados por Jeffrey Hopkins e Elizabeth Napper. Onde quer que ia e fosse qual fosse o País que visitava (numa peregrinação que em alguns aspectos se assemelha à do Papa João Paulo II) ele conquistava milhões de amigos para si, para o seu povo mártir e para o «dharma» budista. Agora, com estes discursos de larga influência que pronunciou para vastas audiências e abertos a todos os credos, ele conquistará também o coração de milhares de leitores, falando uma linguagem que, de tão universal e intemporal, já quase se encontrava esquecida do mundo contemporâneo.
Com efeito, a mensagem de Sua Santidade Tenzin Gyatso - denominação que hierarquicamente lhe é devida na ordem iniciática a que pertence - , não se destina unicamente a crentes budistas mas a todas as pessoas que acreditam na possibilidade de transformação do homem como indivíduo e membro da sociedade. Entre outros assuntos, o chefe do povo tibetano no exílio fala sobre adestramento e transformação da mente através da meditação, sobra as divindades do budismo tibetano e sobre a arte de captar, além das aparências, a verdadeira natureza das pessoas e dos fenómenos.
O organizador e tradutor desta colectânea, Jeffrey Hopkins, é professor na Universidade de Virgínia, onde rege um curso de estudos budistas, tendo acompanhado o Dalai Lama em suas viagens pelos E.U.A., Sueste da Ásia e Austrália.
De leitura também interessante para o grande público é a obra « Minha Terra e Meu Povo»(**), testemunho sobre as vicissitudes do povo tibetano, em resistência contra o invasor chinês desde 1950.
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(*)«Bondade, Amor e Compaixão», Décimo Quarto Dalai Lama, Editora Pensamento, São Paulo
(**)«Minha terra e Meu Povo», Décimo Quarto Dalai Lama, Editora Palas Athena, São Paulo
(*) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no jornal «A Capital», «Leituras de Verão», 6-9-1990

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sexta-feira, janeiro 30, 2009

RADIESTESIA SEM CURA

1-412491 caracteres - cpc-1> -> «diário de uma descoberta» ou antes «diário de um pesadelo» - ocorrências da raiz energia>: 4

30-12-1994

A RADIESTESIA NÃO É UMA TERAPIA
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domingo, dezembro 28, 2008

PRÁTICAS 2012

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[14-1-1992]

[publicado in «A Capital»? em um artigo que me foi encomendado sobre o ano 2000 e os votos que eu faria para esse ano? A confirmar se foi ou não impresso]

[DAR FORÇA ÀS ECO-ENERGIAS:ALGUNS EXEMPLOS EM PORTUGAL]

SILÊNCIOS QUE FALAM - PROJECTOS QUE CAÍRAM NO ESQUECIMENTO - PARA UM MANIFESTO DO ANO 2000 - PROGRAMA «VALOREN» [exumar projectos que ficaram na gaveta (ou no tinteiro)]

No campo do que o cidadão comum poderia desejar ver feito, e bem feito, até ao Ano 2000, em seu próprio benefício, o realismo ecologista citaria alguns projectos alternativos energéticos, projectos que vão no sentido da criar maior independência aos indivíduos, grupos, povos e países mas que, por falta de «vontade política» -- sujeita a pressões de «lobbies» e de monopólios -- ou por instabilidade governativa (supremo alibi para não se fazer neste país o que deve ser feito), ficaram na gaveta ou no tinteiro dos ministérios.
Conforme o vespertino «A Capital» referia em 6 de Agosto de 1983, a instalação de uma unidade produtora de biogás, na Várzea de Sintra, a partir de excrementos de porco, (cerca de 1200 animais) aguardava, nessa altura, que a Assembleia da República concretizasse (desse o «sim») a um empréstimo de 2500 contos do Banco Mundial para o efeito. Enquanto projecto-piloto, esta prevista unidade de biogás poderia estandartizar em Portugal uma alternativa energética não poluente e o baixo custo das instalações, além de anular ou neutralizar uma das poluições -- pocilgas -- mais frequentes e mais gravosas do nosso País. Portugal poderia criar, além disso, uma indústria de construção de equipamentos de biogás, a partir do prototipo testado naquele projecto, e poderia tornar auto-suficiente em energia e fertilizantes orgânicos o sector agropecuário. Para isto, falta (faltava e continua faltando) apenas «vontade política». Ou vergonha na cara de quem a devia ter e não tem. Para isto, é óbvia a falta de poder que o Poder tem quando o poder dos lobbies e monopólios abre os olhos e fala mais alto.
Ainda no campo das eco-energias, esperemos que até ao Ano 2000 o pêndulo ondomotriz inventado pelo madeirense Fernando Almada, professor e campeão de judo, se torne uma forma corrente de obter energia das ondas, em que Portugal, com tão extenso litoral, é potencialmente riquíssimo, tal como em Fevereiro de 1983 ficou praticamente demonstrado, quando na baía do Funchal o sistema de Fernando Almada ali instalado evidenciou não só a sua viabilidade como o seu extraordinário futuro económico.
Instalar dezenas, centenas e milhares destes geradores ondomotrizes é o que o cidadão deseja para que o monopólio energético poluente deixe de nos trucidar, ora a pretexto de uma crise petrolífera que se inventa e nos estrangula quando convém aos monopólios petrolíferos, ou a pretexto de um excesso de produção.
O jornal «A Capital» entrevistou o inventor Fernando Almada em 1 de Fevereiro de 1983. Esperemos que o país se mostre grato aos seus inventores, dando-lhes ao menos possibilidades de trabalho. É um bom voto para um futuro próximo.
Já se disse que a maior fonte energética é:
1 - Uma política de efectiva racionalização e poupança por um lado;
2 - Uma política de reciclagem sistemática
3 - Uma política de diversificação de fontes.
Pequenas e médias empresas industriais foram, em Setembro de 1983, incentivadas a montar dispositivos para conservação de energia, podendo contactar a Linha de Crédito do Banco Mundial para as PM's portuguesas. Este incentivo estava a cargo, cremos, do LNETI, pelo que nunca mais dele se ouviu falar. Talvez que até ao ano 2000 e pela calada, a conservação de energia seja um facto e o País posso beneficiar com isso, bem como o respectivo meio ambiente.
# Projecto «Valoren»? [14/1/1992]■

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sexta-feira, dezembro 26, 2008

PRÁTICAS 2012

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segunda-feira, 5 de Maio de 2003

CURSO DE RADIESTESIA HOLÍSTICA: TESTE DE TREINAMENTO DO INCONSCIENTE COLECTIVO/ TRABALHO PARA CASA

17-6-1996

Da lista de números a seguir indicados, assinale aqueles que, por intuição, terão mais valor vibratório ou teosófico e, portanto, menor valor aritmético ou comercial

4 bases no ADN
5 bases no ARN
5 vértices da pirâmide
5 bases nucleares (célula viva)
8 - As batidas de cada direcção evoluem aritmeticamente de 8 em 8: 16, 24, 32, 40, 48, 56
8 aminoácidos essenciais (adulto)
9 aminoácidos essenciais(bebé lactente)
22 aminoácidos-padrão ou proteinógenos
22 pares homólogos (estrutura cromossómica do ser humano) = autossomas
22 arcanos maiores do Tarô (segundo os rosacruz)
22 elementos (da tabela periódica) essenciais ao ser vivo (*)
22 axiomas sobre a vontade humana de Hermes Trismegisto (MM)
22 capítulos do Apocalipse
23º par homólogo diferenciador da polaridade sexual (cromossomas)
23 pares de cromossomas (ser humano)
26/Agosto/1983 - viragem do canal cósmico
28 canais cósmicos
28 sequências de ADN
64 hexagramas do I Ching
64 tripletos
105 elementos da tabela periódica de Mendeleiev
88.000 chacras (Manuel Mateus)

A VERTIGEM DOS NÚMEROS:
Ano de Brama = 3.110.400 milhões de anos terrestres (Manuel Mateus, pg.64)
Dia e noite de Brama = 4.320 milhões de anos terrestres (Manuel Mateus, in pg----)
Ciclo da precessão dos equinócios = 25.920 anos terrestres (MM, pg---)
14.400 pirâmides no esquema das pirâmides «enchevetrèes»
41 mil anos fechados na matéria
100.000 cartas do Tarot
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(*) O, C, H, N, P, S, Na+, K+, MG2+, Ca 2+, C1-, Mn, Te, Co, Cu, Zn, B, A1, V, Mo, I, Si

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sábado, outubro 18, 2008

RADIESTESIA 1995

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5-8-1995

- O DIREITO (E DEVER) DE SER INSTRUTOR EM RADIESTESIA E CIÊNCIAS SAGRADAS
- APRENDER A BIONERGIA - CONTRA AS CIÊNCIAS PROFANAS

Quando me perguntam qual é a minha formação académica e qual é a ciência (ou universidade) em que sou diplomado para poder ser instrutor de Radiestesia & Ciências Sagradas, respondo com toda a serenidade mas também com toda a indignação que a pergunta naturalmente provoca, que me sinto com todo o direito e dever de ser intrutor em radiestesia & ciências sagradas, pelas razões a seguir expostas:
1 - O reinado das ciências profanas e seus sacerdotes (cientistas e respectivos universitários), está chegando ao fim. Possivelmente não vão até ou além do ano 2000.
Tudo o que as ciências profanas conseguiram fazer do ser humano é este subproduto que está à vista (e à venda) de todos e que os referidos cientistas não se cansam de criticar como se não tivessem sido eles que o produziram.
Roger Garaudy, um marxista convertido ao chardinismo e mais recentemente ao islamismo, traça-nos, com o seu habitual poder descritivo, uma sucinta monografia (*) dessa miséria e dessa abjecção a que a humanidade está chegando, em 1995. O reino da Quantidade, como dizia Guénon, o reino dos três M (Merda, Morte, Mentira) como eu digo.
2 - Há, portanto, que formar, rapidamente, instrutores em radiestesia e ciências sagradas, e ninguém tem que pedir a ninguém diploma para isso. É obrigação de todos e de cada um, em casa, no emprego, na escola, no estádio, na praia, no eléctrico, no comboio, não perder tempo com fofocas nem fazer perder tempo aos outros.
Pegar no Pêndulo e começar o movimento rumo às 12 ciências sagradas é assim o primeiro dever e direito de quem toma consciência da situação.
Todos podem ensinar o que aprenderam a toda a gente: Dever e direito tanto mais imperioso quanto é certo que, em nome das energias e das bionergias, se praticam hoje as maiores barbaridades e se cometem as mais infames fraudes.
3 - Proibir um aprendiz de radiestesia holística & ciências sagradas de ensinar radiestesia aos seus filhos, irmãos, pais, avós, familiares, amigos, inimigos, colegas, é querer ressuscitar o vício do poder-que-dá-o-saber, vício de que as ciências profanas se encontram literalmente contaminadas e que, à face de Deus, totalmente as condena. Vício que, ao longo dos milénios, deu o usufruto da saber e do ser a uma casta de sacerdotes chamados doutores. Há milénios que essa casta monopoliza o saber e o poder que o saber dá. É tempo de lhes acabar com o negócio.
4 - Não há que proibir ninguém de ensinar o que souber, pouco ou muito que seja.
Se nos seminários de «Radiestesia e ADN», dados no Hotel da Lapa, não se atribuem diplomas, mais uma razão para ficar livre o caminho, em Portugal, ao ensino da Radiestesia, com o direito de cada um ensinar ou não ensinar o que sabe (o pouco que lhe ensinaram) como muito bem entende.
Consciência, responsabilidade, justiça - é o que se lhe exige. Mas a todos sem excepção - aos que se arvoram em mestres e aos que ficam condenados a ser coisa nenhuma toda a vida - é responsabilidade e consciência o que se exige.
Se não há diplomas, toda a gente fica livre de fazer do que aprendeu o uso que quiser. E alguns, diga-se de passagem, estão a fazer um péssimo uso.
5 - Seria estranho que a radiestesia holística, actividade essencialmente criadora e destinada a combater o assistanato e a monodependência, pusesse à partida embargos à intercomunicação das informações.
A urgência de passar a Boa Nova é tanta, que será melhor passá-la com dificuldades de expressão do que continuar, como fazem os donos das ciências profanas e respectivas universidades, a guardar o saber-que-dá-o-poder. Para o explorar e rentabilizar à boa maneira capitalista-marxista-leninista.
6 - É triste que os 4 proprietários da «Radiestesia & ADN» em Portugal queiram o monopólio das ciências sagradas tal como os catedráticos e universitários das ciências profanas detêm o monopólio das ditas cujas.
Os seres humanos foram sempre oprimidos por 3 instituições: Igreja, Estado, Exército. Mas acima dessas todas e a todas dando alento, a Universidade é quem tudo pode e quem forma e diploma todos os poderes.
Ser instrutor de radiestesia & ciências sagradas é hoje, além do mais, um dever de humanidade de cada ser humano com outros seres humanos seus companheiros de infortúnio. Aqueles que para falarem com outro ser humano não lhe perguntam primeiro qual é a sua formação académica...
Um dever que implica cortar de vez o cordão umbilical que cria, sustenta, multiplica, amplia e lança sobre os seres humanos, oprimidos, as 4 instituições opressoras por excelência do famigerado Mundo Moderno.
7 - Ser instrutor de radiestesia & ciências sagradas é hoje, em 1995, o primeiro dever de um verdadeiro anarquista. Um verdadeiro anarquista não deverá nem poderá ceder um milímetro às ciências e aos poderes profanos.
Porque é de servir a deus, ao sagrado e ao espírito que se trata. E o mais depressa possível, como explica Roger Garaudy.(*)
Lisboa, 1 de Agosto de 1995
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(*) In «Será que Precisamos de Deus», de Roger Garaudy, Círculo de Leitores

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sexta-feira, outubro 17, 2008

RADIESTESIA 2007

1-4 - sentidos-5-ac-sf-reune e resume os files 1-4 desta série ou não?   terça-feira, 13 de Março de 2007

CINCO SENTIDOS OU 12 SENTIDOS?/ AC RESPONDE À QUESTÃO QUE LHE FOI POSTA PELA SUSANA FERNANDES

DIAGRAMAS DE REFERÊNCIA:
 CORPOS SUBTIS E CONTINUUM ENERGÉTICO
 7 NÍVEIS VIBRATÓRIOS DE CONSCIÊNCIA
 9 ALMAS
 AS 12 CIÊNCIA SAGRADAS
 AS ESFERAS ENERGÉTICAS DO SER HUMANO

No Sábado anterior, 3 de Março, a Susana colocou-me uma questão que me obrigou a algum trabalho de casa.
A questão é a dos 12 sentidos, além dos cinco (re) conhecidos nesta nossa condição de seres cortados da fonte vibratória primordial.
Agradeço à Susana porque ela coloca as questões de fundo que me obrigam a consultar de novo os textos que já esqueci.
Parto sempre, todos os dias, do ponto zero e sigo a velha máxima: não aprendemos nada, apenas recordamos.

Não há uma resposta linear para a questão dos 12 sentidos potenciais e dos quais só 5 estão manifestados no actual ser humano.
Cinco ou doze, quem sabe?
Rodeando a questão, poderemos falar, por exemplo, das 12 ciências sagradas (hierofantes).
Mas as ciências sagradas, para os egípcios, não tinham o mesmo significado da moderna «ciência» profana, era mais uma gnose, várias em uma e uma em várias.
Dificuldade que a nossa actual conformação mental tem sérias e naturais dificuldades em aceitar e em assimilar.
Sabedoria e gnose seriam as palavras do nosso moderno vocabulário mais capazes de traduzir o que os egípcios quereriam dizer não só com os doze sentidos mas também com as 12 ciências sagradas.
Utilizando a nomenclatura moderna, teríamos que falar em conhecimento analógico ou simbólico
para distinguir a cultura egípcia dos sacerdotes (hierofantes) da nossa cultura moderna, lógica, line(a) r, analítica e positivista, ou seja, cortada da nossa dimensão cósmica.
Também cabe aqui falar de diferentes paradigmas.
Legados como o legado egípcio e o chinês (taoísta) relacionam-se com uma paradigma cosmobiológico que nada tem a ver com o paradigma moderno de onde a dimensão cósmica desapareceu, deixando-nos completamente cortados da nossa fonte criadora.
Mais uma vez, os 12 sentidos propostos pelos sacerdotes do Antigo Egipto se relacionam com o potencial do ser humano e os seus 7 corpos subtis (conforme o diagrama dos diversos níveis vibratórios de consciência claramente mostra).
Não é por acaso que a ciência moderna – a propósito do sentido da visão (um dos 5 sentidos) e do sentido da audição (outro dos 5 sentidos) fala em frequências medidas em herz, unidade de medida estabelecida pela física moderna.
A única diferença para o que Étienne Guillé ensina é que as frequências vibratórias são contadas segundo a letra N de um código estabelecido a partir da grelha dos metais – o DNA.
Enquanto os 5 sentidos hoje conhecidos e reconhecidos são estudados pela física, para os outros 7 existe um único aparelho capaz de os detectar, medir e nomear: o ser humano, oscilador cósmico, mediador entre céu e terra.
Outro link a fazer neste assunto dos 12 sentidos: as 9 almas propostas pelos egípcios.
E falo de link porque, neste como em outros casos do pensamento analógico, a rede internet (labiríntica?) exprime melhor esse padrão de pensamento em rede que nos vem dos egípcios e a que podemos aplicar os qualificativos de
Analógico
Simbólico
Holístico
Unificado
Onde a linearidade de causa/efeito deixa de funcionar ou funciona em simultâneo com a sincronicidade.
Sobre o valor vibratório do número 12 deixo-lhe mais uns itens relacionados:
 12 constituintes de base da pirâmide da existência
 12 frequências de vibração
 12 órgãos dos sentidos
 12 ciências sagradas
 12 direcções no DNA da grelha vibratória
 12 funções filosóficas
 12 trabalhos de Hércules
 12 chaves de Basilio Valentim
 12 signos zodiacais
 12 tijolos elementares
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Deixo a seguir, para a Susana, uma carta que escrevi ao Walter Silva (que pertenceu à anterior direcção desta Sociedade) e que me fez a mesma pergunta: o que pensa a radiestesia dos tais 12 sentidos?
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sentidos-1-ac-ws-domingo, 22 de Outubro de 2006

17 OU 12 SENTIDOS TEM O SER HUMANO?

PESQUISANDO NA NET O QUE O WALTER ME PEDIU, ENCONTREI ALGUMAS PISTAS

Pesquisando o item «17 sentidos» não aparece na Net. Só aparece «os 12 sentidos», um site brasileiro (legião da fraternidade) bastante interessante que lhe envio a seguir e um site meu onde falo, com base em Étienne Guillé, daquilo a que chamei o sentido das prioridades.
A minha opinião, para já e até ver, é que os 17 sentidos são os 12 da totalidade (conhecidos e desconhecidos) a que se volta a juntar os cinco que já conhecemos e que dizem respeito ao corpo físico.
Ou seja, são doze e com doze nos devemos contentar. O que já não é nada mau. Não sei se isto afecta a sua teoria sobre o significado teosófico do número 17.
Ao que suponho tudo isto foi adiantado pela Antroposofia de Rudolfo Steiner, de que o Étienne retira alguns dados. Mas o Rudolfo Steiner sem ofensa também é um complicadinho que pouco explica e que não me agrada nada cultivar.

AS 9 ALMAS
http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/almas-1.htm

O SENTIDO DAS PRIORIDADES
http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/almas-1.htm

OS 12 SENTIDOS
http://www.legiaodafraternidade.org.br/doze_Sentidos.htm
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sentidos-2-ac-ws
domingo, 22 de outubro de 2006

walter: obrigado por todas as informações que me deu. Estou a pesquisar o que me pediu dos 17 sentidos e envio-lhe hoje algumas pistas: porque, em gnose vibratória e em coisas dos sábios hierofantes egípcios, nunca há respostas lineares. Se não lhe interessar o que hoje lhe envio sobre estados vibratórios de consciência, pode deitar na reciclagem ou arquivar. Vantagens deste meio diabólico de comunicação que é o computador.


Pesquisando hoje no google um item muito concreto - próximo do que me pediu - estados vibratórios de consciência - dei com um conjunto de referências que, afinal, são textos meus que meti na internet...


Logo que você esteja mais disponível, podemos avistar-nos para falar de Numerologia, um tema que também me interessa bastante e bem mais acessível do que as complicações da Kabballah, agora na moda por causa dos romances e códigos ora de Vinci ora de Deus.
Mas lá iremos.
Afonso
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sentidos-4-ac-ws

Walter:

Um pouco do que eu penso da Lemúria ou Continente Mu, já está on line e vai a seguir, caso esteja interessado:

LEMÚRIA OU CONTINENTE M U
http://catbox.info/big-bang/jornaldogato/jc-1.htm♥♫

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quarta-feira, outubro 01, 2008

PROJECTO 1998

1-1- 1631 caracteres - ecoprat> ecoprat> «ideias para o terceiro milénio»
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ecoprat>ta's-I>1492 caracteres projects>


IDEIAS ECOLÓGICAS PARA UM ECODESENVOLVIMENTO AUTOSUSTENTADO E DEMOCRÁTICO DE CABO VERDE (ESBOÇO)

20.04.1998

Aprender a ser autosuficiente
Curso-piloto de ecologia prática
1 - Para pôr em prática um curso-piloto de ecologia prática e alternativas de autosuficiência, podem indicar-se duas grandes directrizes:
-de um lado, estão os próprios «educandos» que intercambiarão entre si as experiências profissionais e que vão, portanto, ensinar-se uns aos outros: ferreiro, canalisador, serralheiro, cozinheiro, electricista, enfermeiro, etc. cada um procurará transmitir aos outros os fundamentos práticos do seu ofício e actividade:
-por outro lado, o curso contará com o apoio de monitores especializados em assuntos teóricos nos temas de agricultura, medicina, consumos, energia, sociologia, economia, etc.
2 - Um curso-piloto de ecologia prática visaria popularizar esta ideia-chave: a ecologia não é matéria teórica mas principalmente uma arte prática de enfrentar os problemas quotidianos, dizendo, com espírito crítico, um «não» decidido à sociedade de consumo e desperdício, de luxo e de lixo.
Nesta acepção prática, ecologia engloba todas as técnicas de autosuficiência em todos os campos da vida quotidiana que permitam uma independência cada vez maior do cidadão em relação aos mecanismos e às instituições que tendem a tornar-se insubstituíveis e a adquirir o carácter de monopólio.
3 - Não sendo possível, num único curso, esgotar todos os temas da autosuficiência prática, enunciam-se alguns dos que podem ser considerados prioritário: [ ]

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sábado, fevereiro 16, 2008

HIPÓTESE VIBRATÓRIA 1994

ats-2>djl-1>diario> dlj = desabafos de um leitor de jornais - ats = a testar sempre - Grupo de Recherche

PARA TRATAR A EPILEPSIA

Há 50 mil epilépticos em Portugal, diz o «Diário de Notícias» de hoje (6/9/1994). E assalta-me uma desafiante interrogação: se, como tudo indica, a causa profunda da epilepsia é uma deficiência na transmissão do influxo nervoso entre as células - sinapses dos neurónios - e se os metais alquímicos estão na base dessa transmissibilidade de informação intermolecular, e se a terapia dos metais através do pêndulo é um facto adquirido, eu pergunto-me o que significaria para Portugal e para os 50 mil epilépticos, e para a humanidade, a adopção desta autoterapia para todos os casos em que esteja em causa a comunicação e transmissão informativa entre neurónios. Se o simples uso do Pêndulo iria melhorar ou mesmo curar a maior parte desses epilépticos, eu pergunto-me se, de facto, o paraíso está ou não está ao alcance de nós e quem o impede de acontecer. E se a estupidez humana, coberta pela cupidez e ganância dos poderosos - neste caso os interesses comerciais - , não será afinal a única doença de que teremos de nos tratar.

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quinta-feira, janeiro 31, 2008

IDEIAS AC 1999

dac-1999 >

O ALFABETO LUMINOSO - OS MISTÉRIOS DO MUNDO VIBRATÓRIO

2/2/1999 - Se uma fotografia reage ao pêndulo como se fosse a própria estrutura material que a fotografia representa, talvez este facto - indiscutível - signifique que o mundo vibratório depende do aspecto material mas não se confina a ele. Ou seja: o postulado dos campos de morfogénese cósmica podem explicar esta matéria e este facto aparentemente inexplicável.
Se a forma material é a expressão externa de um campo vibratório, basta a imagem (fotografia ou desenho) dessa forma material para que o pêndulo reaja em termos vibratórios.
O mesmo se diga para as palavras que, de certo modo, espelham também campos vibratórios ou campos de morfogénese.
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DIÁRIO DE UM CONSUMIDOR DE MEDICINAS
1/2/1999 - Provavelmente, progride-se mais no combate à doença se, em vez de atribuir tudo ao vírus ou à bactéria, se pensasse um pouco mais em termo de terreno orgânico.
E se, em vez de dividir e classificar as doenças em infecto-contagiosas e as que o não são, preferíssemos, por exemplo, considerar algumas dessas alegadamente infecto-contagiosas , as «doenças do comportamento» ou «estilo de vida», já que considerá-las iatrogénicas ou doenças da medicina ainda é tabu.
É o caso da chamada sida que, sendo claramente uma doença do comportamento, nada se progredirá o seu combate medicamentoso, continuando a pisar os trilhos do vírus, do infecto-contagioso e da transmissibilidade.
É o caso das doenças auto-imunes. É o caso do lupus e da candidíase. É o caso das alergias. É o caso das hepatites. Etc.
Em medicina, todos os exclusivos levam à catástrofe, além de não serem nada científicos como constantemente os detentores desta estranha ciência se arrogam.
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AUTOTERAPIA
1/1/1999 - A imunidade decresce com o stress. Não por acção directa do stress mas porque o stress absorve do organismo os oligoelementos - zinco, cobre, magnésio, fósforo, selénio - que são fundamentais para as defesas orgânicas.

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